Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Pensei que seria mais um anime de garota mágica genérico, mas adorei o plot de ser uma garota e seu arqui-inimigo se apaixonarem na primeira vista. Então fui assistir, mas na real? Decepção. O anime começa bem, mas continua a mesma coisa em todos episódios, até lembrei de desenhos americanos que sempre retratavam o mesmo modelo de roteiro em cada episódio, sem aprofundar as tramas - e esse anime é exatamente assim. Mas deve-se ao fato da autora ter falecido sem terminar a história e o estúdio fez isso, deixando a história mais aberta. Eu comento mais coisas sobre o anime no vídeo abaixo, do meu canal O Diário de uma Fujoshi , onde convido vocês a prestigiarem e se inscreverem para sempre ficar por dentro das ultimas leituras.