Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Outro vício chamado romance hot. Esse tem o clichê de romance funcionário e chefe. Particularmente não sou fã desse clichê envolvendo hierarquia, mas em algumas histórias realmente ficam boas se bem trabalhadas. Aqui as coisas são entre Chase e Reese, que acabam se encontrando de forma improvável num restaurante. A Reese implorava em ser salva de um encontro horrível pela amiga quando Chase escuta tudo e de forma arrogante, já presume o tipo de mulher horrível a Reese pode ser. Mesmo assim, ele resolve ajudar, de sua maneira, e se junta a Reese e seu acompanhante como se fossem velhos amigos e a salva de um dos piores encontros que ela já teve. Achando que nunca mais vai ver o Chase na vida, a reviravolta se dá a ele virar seu chefe no seu novo trabalho. Reese, por acontecimentos passados que envolveram um rolo em seu antigo trabalho, resolveu nunca mais se envolver com nenhum colega de empresa — muito menos o seu chefe gostoso. E assim, começa a trama de gato e rato d...