Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Escândalo. Polêmicas e uma fome por bola. "Homofobico, racista, misógino e etarista. Um viva para o esporte mais famoso do mundo!" Nunca achei que ia gostar tanto de ler sobre futebol (e conhecer um pouco mais sobre o esporte no processo). Aqui temos a história de Edinho Meteoro, um craque no futebol brasileiro, mas que por jogar justamente o símbolo do país, é duramente criticado e deixado a própria sorte quando é arrancado do armário a força. Edinho é envolvente, e muito carismático (e até inocente na maioria das vezes). Ele é o típico mocinho de novelas. Adoro. Mas no começo, achei meio chato, pois ele era muito duro consigo mesmo. Mas o livro abriu minha mente para a trilha de autodescoberta que Edinho teve. E isso ganhou muitos pontos comigo. "A dificuldade estava em amar a si mesmo. Ele sempre teve uma leve tendência a olhar para os outros com lentes muito mais suaves do que as que usava para si mesmo." O livro trás muito sobre autodescobe...