Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Fiquei apaixonada nesse romance LGBTQIA+, simplesmente isso. Confesso que, assim que comecei o livro, senti meio morno pra frio e não emplaquei na leitura, via um Alex forçado e que não me conquistava de jeito algum, mas quando Henry chegou com sua profundidade, mudou meu jeito de ver Alex (e mudou Alex também). "Ele se achava imprudente antes, mas agora ele entende: impedir a entrada do amor era a única coisa que o impedia de se entregar completamente a isso, e, agora, já era, ele é um idiota, apaixonado, um puta de um desastre". Esse livro não tem uma passagem de tempo definida. Ele oscila entre dias arrastados e meses que passam depressa, tudo depende de quando Alex e Henry ficam juntos, e sentem necessidade de estar juntos. Além disso, temos uma versatilidade enorme da autora, que além da narrativa da história, temos também e-mails trocados, sms e chat de aplicativo (tipo whatsapp) dos dois personagens protagonistas e demais secundários. E ver a diferença entre os dois ...