Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Com uma protagonista forte e com convicções bem definidas, temos O Ultimo Rei Dragão para falarmos hoje. Esse livro me surpreendeu positivamente e me rendeu mais um favoritado em 2024. Lido em parceria com o Clube da Austen e a Editora Faro, tenho que dizer, uma romantasia bem legal. Não temos um mundo bem aprofundado, mas para quem ler muita fantasia, consegue tirar de letra e imaginar bem esse mundo. Aqui, como uma boa romantasia, foca mais no relacionamento dos protagonistas, no caso a Arwen e o Drae. Aqui temos um jovem rei Dragão, ultimo da sua linhagem, meio desesperado para encontrar uma esposa e ter um filho, por motivos que não entrarei em detalhes e a Arwen, que acaba embarcando nessa sem querer e se auto descobrindo no caminho — e se apaixonando. Eu gostei da Arwen porque ela não se dobra para a paixão que nasce, ela não muda a sua essência, não muda suas convicções para tentar fazer o amor dar certo. E também gostei que ela respeita ...