Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
" Devolva o morto para a morte" Com essa premissa nasce o vampire hunter chamado Abraham Lincoln. A principio, é de se estranhar o enredo apresentado. O presidente de uma das maiores nações do mundo, que lidera a região norte na guerra de sucessão contra o sul escrevista fora motivado poe uma vingança pessoal contra os vampiros que mataram sua mãe. Após estranhamento, que por vezes até faça alguem desistir de assistí-lo, seus efeitos e batalhas foram feitas para prender qualquer um na poltrona. De encher os olhos e sufocar de apreensão com muito direito a sangue na tela, ainda, a meu ver, não é o filme romantico ideal para levar sua namorada, pois uma horda de zumbis prontos a dilacerá-lo por completo e um beijo de despedida e logo após se atirar no meio da horda para detonar a cabeça de alguns mortos-vivos é mais facil fazer alguém derreter de tanto romantismo. Mesmo assim, vale a pena trocar uns beijinhos cumplices diante de sangue na tela desse 3D. ...