Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Um bom jeito de me prender na história e me fazer ler um livro como se nunca houvesse amanhã, é os famigerados vídeos do tik tok que o pessoal conta sobre o livro como se fosse uma fofoca. Simplesmente tô viciada na achar novas leituras nesses moldes. E 99 dias foi exatamente assim. Eu simplesmente não tinha tido um grande interesse em ler esse livro até ver um vídeo de fofoca literária sobre ele. E olha, ele me surpreendeu. Não foi um dos melhores do ano, mas foi uma boa leitura, mesmo assim. A narrativa é rápida e segue um fluxo bom que te faz ler rápido. A escrita é como um diário, e cada capítulo narra algum momento do dia da protagonista, e eu adorei esse jeito de montar a história, pois não fica cansativo e a leitura flui – como já disse anteriormente. A história vem um clichê de romance adolescente, mas com o diferencial de que ela é uma paixão entre dois irmãos, sendo os 2 afim dela e ela fica no meio desse bombardeio de emoções. O problema, dá pra ver, q...