Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Apesar de ser muito raro eu conseguir ler algo indicado por alguém e gostar, eu segui (e agora agradeço ao Boss-san, CDC e Chefe da Page Mangás Brasil ) por indicar esse mangá para mim. Lançado pela Conrad em 2006, tive um pouco de trabalho para encontrar um exemplar. Deste que Boss me definiu o mangá em “ A mesma história da Cinderela , só que o príncipe está morto e muito doente e ela está viva ” (ele não disse com essas mesmas palavras, ok?) eu tive a imensa vontade de ler. Sim, podem me definir por ter um gosto esquisito e macabro, mas quem nunca teve gosto diferente que atire a primeira pedra. Logo de cara (como disse anteriormente), eu me interessei quando vi a capa mostrada por Boss. Algo que mistura o meigo fofo com o bizarro já ganha pontos comigo (eu já disse que adoro o ”bizarrofofo”?). Quando descobri do que se tratava essa história um tanto peculiar, corri por todos os sebos e lojas online que conhecia atrás de uma só edição, até que lembrei do “ Estante Virt...