Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Dessa vez a surpresa da Novo Conceito foi por um e-mail inesperado no meio da tarde. Com as primeiras 20 páginas do novo lançamento deles: Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor. Com uma capa maravilhosa (e uma linda tipografia) eu parei minha leitura de A Lista (risos) para começar essa prévia. Posso dizer que eu estou arrependida? Porque só aumentou minha curiosidade em terminar esse livro. Isso não se faz, não se pode ficar mandando pedacinhos de livro para as pessoas, quero concluir logo essa leitura . Falando agora um pouquinho do livro, a história é narrada por Alice e por um outro alguém que só lendo o livro você descobrirá. Alice parece que trabalha viajando, então eu presumo que ela possa ser aeromoça, mas não faço ideia. Ela volta em casa para ver seu pai, que está definhando por um câncer no pâncreas (que ela não lembra o que é, apesar que no ensino fundamental a gente aprende sobre isso). Outro lado, o livro tem a narração de um personagem masculino, presumo pel...