Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
| Fonte: Matéria de Divulgação site Brasileiros |
Foi criada uma nova plataforma que parece que irá revolucionar o mercado nacional de hq's. Chamado de Cosmic, é um aplicativo de leitura digital que disponibilizará um acervo de HQs, de um modo bem parecido com o modelo streaming da Netflix ou outras Assinatura OnDemand. O serviço ainda tem previsão de ser lançado em novembro deste ano, com uma mensalidade de 16 reais.
O intuito de seus criadores, o Cosmic tem objetivo de incentivar a criação nacional, cortando os custos de impressão e distribuição de seus títulos (que é um empecilho e tanto para artistas talentosos, porém independentes). E já conhecemos muitos que tiveram que recorrer a sites como cartase e outros aqui na coluna Selo Tupiniquim.
O Cosmic tem um sistema de remuneração por volume de leitura, onde 30% do valor das assinaturas fica com a plataforma para cobrir custos dos servidores, manutenção e equipe. Os 70% restantes são encaminhados às editoras e autores independentes proporcionalmente ao número de páginas lidas das obras de suas autorias. (quase o inverso do que a remuneração do google dá para os canais e blogs).
As editoras e autores envolvidos nessa etapa inicial do projeto ainda não foram divulgados. O aplicativo será disponibilizado gratuitamente e poderá ser utilizada para a leitura de HQs baixadas pelo usuário (sendo ele assinante ou não), organizando os arquivos numa biblioteca pessoal (parecido com o Google Play, app Kindle ou o Saraiva Reader que já podem ser usado nos celulares e tablets). O leitor terá ainda nesse mês sua disponibilização para o windows, mac OS X e Linux. E para o serviço de assinatura, o app ganha as versões para Android e iOS.
Particularmente, acredito que é uma boa saída para curtir vários materiais nacionais em um único lugar com a comodidade de ter tudo na ponta do dedo e não encher mais ainda sua casa de volumes. Sem falar, que para quem coleciona quadrinhos e mangás como eu, sabe que 16 reais mal compra um volume de 1 único titulo, e aqui 16 reais serviria para ter acesso mensal a vários títulos disponíveis. Garanto que, dependendo dos títulos a serem oferecidos, pegarei esse projeto deste de seu inicio, pois além de ter um potencial muito grande para um nicho de mercado que tem crescido ainda mais no país, é um investimento muito bom para um leitor e fã do gênero. Sem falar que o sucesso desse aplicativo pode ainda servir de gatilho para projetos ainda maiores e quem sabe produção de físicos. Porque, por mais que eu ame ler quadrinhos independente dele ser físico ou virtual, ainda prefiro ter uma edição caprichada na minha estante.
Fonte: site Brasileiros
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