Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Li esse livro porque ele foi escolhido de setembro pro clube do livro. É, eu acho que queimei a largada. Mas queria ler faz um bastante tempo e tive uma oportunidade em cheio. Acabei lendo em 1 dia, já que é curtinho e são apenas tirinhas (super divertidas, por sinal). Elas são preto e branco e eu adoro esse estilo, não fica uma poluição colorida para meus olhos. Destaca bem os desenhos. Nas tirinhas dá para perceber varias situações que acontecem com qualquer um que seja um novo jovem adulto. E isso me faz perceber que nem sempre sou uma verdadeira adulta. Crescemos em idade, ganhamos mais responsabilidades, mas nem sempre nos sentimos maduros como um adulto de verdade. O que nos torna verdadeiramente adultos? Eu fico com esse questionamento demais na cabeça. Pergunto-me sempre quando vou me sentir adulta . E esse livro me fez pensar que talvez eu não seja a única com esse questionamento. Ter a responsabilidade de ter seus próprios boletos não me faz mais ...