Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Terras Metálicas é um livro de leitura simples e dinâmica que me ganha logo de cara quando sua narração, a principio lembra a divertidíssima obra de Douglas Adams a descrever uma bebida: Pangeia . “ O Guia do Mochileiro das Galáxias também menciona o álcool. Diz que o melhor drinque que existe é a Dinamite Pangaláctica. Afirma que o efeito de beber uma Dinamite pangalácta é como ter seu cérebro esmagado por uma fatia de limão colocada em volta de uma grande barra de ouro. (...) O Guia do Mochileiro ensina até mesmo como preparar a bebida por conta do próprio. Eis o que diz o livro: Pegue uma guarrafa de aguardente Janx. Misture-a com uma dose de Santragino V – ah, essa água dos mares de Santragino, diz. Ah, os peixes de Santragino! Deixe que três cubos de Megagim Arturiano sejam dissolvidos na mistura (se não foi congelado da maneira correta, perde-se a benzina). Deixe que quatro litros de gás dos pântanos de Fália borbulhem através da mistura em memória de todos aque...