Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Acabei de ler o livro aos suspiros por esse casal. Bento e Antonella sem saberem nasceram um para um para o outro. Tive a oportunidade de ler esse livro por uma leitura coletiva e me apaixonei de primeira com o livro. Confesso que achei que, o livro tinha um conteúdo diferente, porém me surpreendi com a leveza desse romance. O amor verdadeiro deles dois é de causar inveja a qualquer um. A história é centrada em Antonella - que cresceu cheia de luxos e regalias, mas podada pelos pais. Tinha que seguir um papel designado e não questionava isso; para ela estava tudo bem se anular se continuasse a vida que tinha. Mas tudo isso muda quando ela vai visitar seu avô na fazenda. Foi uma jornada de descobrimento de Antonella. Ela se auto conheceu e viu que não podia mais se anular. Enfim, além do amor romântico, gosto de dizer que Antonella descobriu o amor próprio! O livro trás muitas reflexões por meio da nossa protagonista e nos ensina a viver em prol de nossos sonhos e...