Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Esse foi o primeiro livro da parceria com a Assessoria Adriana Vargas. E que livro, senhoras e senhores, que livro! Devorei em 3 dias e só demorou mais porque além de receber visitas de natal, eu também dividi meu tempo em assistir série (terminar Stranger Things e ver a primeira temporada de Bridgerton). Primeiramente, o Diabo no Fundo da Sala é um livro bem escrito. Não há narração esdruxula - pelo contrário, ela é requintada e nada repetitiva, dá de dez em muitos livros que já li. Os personagens são bem trabalhados e detalhados e não há coisa melhor que isso num livro. Odeio quando o personagem é superficial e só jogado no meio da confusão. O livro é bem erótico, fazia tempo que eu não via um livro bem trabalhado e excitante. As fantasias da protagonista são bem aproveitadas e tornam-se a pimenta perfeita pro erotismo do livro. Além disso tudo tem a paixão e o romance, eu achei deveras interessante as intrigas e o desenrolar da história. Um quebra cabeça a parte para o le...