Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Achei a ideia um pouco diferente do habitual. E gostei. Uma menina com poderes elétricos e um cara com um coração artificial, com uma bateria que, por erro na cirurgia, precisa ser recarregado por 3 meses até poder fazer uma nova troca. Porém, ele não conseguiria viver sem que pudesse recarregar. E então, descobriram ela. Em Um Choque de Amor, a Na Bo-bae, uma aspirante a roteirista, está com seus dias contados para uma decisão importante da sua vida: renovar seu contrato, fazendo sua vida de roteirista decolar. Mas para isso, seu roteiro tem que está agradável ao diretor, mas ele sempre fica fraco quando chega no romance. Isso porque, seu segredo impede de ter relacionamentos sociais normais. Do outro lado, o futuro herdeiro do grupo TS, Baek Ho-rang, está sempre lutando para ficar vivo pois nasceu com problema cardíaco. Para isso, tem um coração artificial, onde fez várias cirurgias para trocar a bateria. E então, está aguardando a que será sua última cirurgia o que levará...