Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Estava ansiosa para o retorno de As Enroladas Aventuras da Rapunzel. Só é triste saber que essa é a terceira e última temporada (mas podemos chorar por mais series de princesas assim?). Se não quiser receber spoiler da temporada, sugiro parar a leitura por aqui e se deliciar com outras postagens desse blog. O episódio começa com a fatídica cena da traição da Cassandra e também o que ela viu na casa do amanhã de ontem. Sabemos então a origem da Cassandra e como ela foi adotada pelo Chefe da Guarda. A grande revelação foi que Gothel era a mãe de Cassandra, que foi abandonada quando a mãe roubou o bebê real. Apesar de sabermos que Gothel já não podia ser a melhor mãe do mundo a Cassandra, ela se sentiu trocada e queria enfim se vingar e livrar-se de ser sempre uma sombra da Rapunzel. Na vimos na segunda temporada indícios de Cassandra está em dúvida de sua amizade com Rapunzel, inclusive as mesmas inseguranças de se sentir sempre...