Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Pensei em escrever ou não sobre esse filme - e de madrugada (no dia que eu escrevi esse texto) eu discuti sobre o filme com meu namorado e enfim, decidi postar esse texto no blog. Tem milhões de textos sobre esse filme na internet e possivelmente o meu vai ser só mais um. Mas não me importo. Esse filme dá muito para pensar - e a análise mais óbvia desse filme é sobre o paralelo a nossa sociedade. Eu encaro o poço como um experimento social feito pelo governo, imitando de forma extrema a sociedade com a hierarquia de classes sendo representada pelos andares. O Poço poderia ser uma ferramenta que instigasse a cooperação dos prisioneiros, que a cada 30 dias trocam de posições (andares) do poço. Uma vez estando embaixo com escassez de comida, quando fosse para cima podia ter consciência e fazer sua parte para igualar a comida para todos. Porém vemos uma sociedade sem compaixão ao próximo. Acho interessante que em tempos de Convid-19, esse filme estreie na netflix. A...