Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
“ Estranho é gostar tanto do seu All Star azul ” Nando Reis Mais uma resenha de parceria, e também me surpreendeu em como ser viciante a leitura. Só para ter uma idéia do que eu passei, li mais de 100 páginas no primeiro dia que só abri o livro pra “curiar”. Adoro livros no estilo check-list, aqueles que só vem contando o dia-a-dia dos personagens e consegue te prender sem precisar matar um personagem por câncer (risos). Sinopse: Depois da morte de seu pai, Julie e sua mãe deixam NY e se mudam para Monterey, lar da avó materna que ela ainda não conhecia pessoalmente. Ela vai estudar no colégio mais caro e puxado da cidade, pra não comentar sobre os estudantes preconceituosos e superficiais. Aos poucos arruma grandes amigos, mas infelizmente o pacote vem com alguns inimigos. Tudo culpa de Arthur, que coloca Julie em situações problemáticas desde o dia que ela coloca os pés na escola. Entre mistérios, brigas e romances, Julie descobre algo sobre sua avó que muda o rumo de...