Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Qual é a essência do terror japonês (J-Terror)? Já faz algum tempo (deste da feira do livro que teve aqui em São Luis, em novembro) que comprei e li The Ring, o mangá de “O chamado”. Sim, aquele filme japonês da garotinha que caiu no poço. Vou confessar, eu estava mesmo adiando a cada dia em escrever sobre o mangá. Até porque eu não gosto muito de filmes de terror, mas como acho que ler não impressionaria muito (e eu estava enganada), eu comprei o mangá. Sempre arrumei namorados e/ou amigos que adoram esse gênero e eu nunca posso acompanhar (já que a noite não durmo, caso assista algum filme do gênero), mas para fazer companhia, estou tentando aprender a ver. Afinal, é tudo ilusão, Nada é real, certo? Não foi o caso de Ring. Não vi o filme (e não estou nem um pouco a vontade de assisti-lo depois da experiência com o mangá). Para quem não sabia, o mangá The Ring fora o que originou o filme O chamado que todos adoram e comentam até hoje. Diferente do ter...