Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Uma coisa é certa, crescemos escutando fábulas e contos de fadas, pelo bem ou pelo mal, isso forma nosso caráter. É mais natural que meninas cresçam escutando mais os contos que os meninos, já que isso molda-as para esperar seu príncipe encantado e as vezes até ilude para ter o final feliz, talvez isso seja o motivo para ter tanta coroa iludida e solteirona por ai. Mas não vamos entrar nesse mérito psicológico dos contos de fadas. É notório que uma hora crescemos. Crescemos, amadurecemos e as meninas esquecem as bonecas e os meninos esquecem os carrinhos. Mas uma coisa um bom nerd já deve ter notado: as fábulas não nos deixaram. Só evoluíram de forma. O que eu estou vos dizendo? Simples. Mesmo crescendo, ainda consumimos fábulas e contos de fadas, talvez não tão encantadores como na infância, mas ainda sim fábulas. Como o sucesso de Grimm , Once Upon a Time e outros títulos que tem como enredo os famigerados contos de fadas. E além disso, também está presente em livros, filme...