Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
“Relaxe. Isto é mais seguro do que dirigir um carro. Tente não pensar em estar amarrado dentro de um tubo pressurizado de metal que pesa mil toneladas, onze quilômetros acima do chão e viajando a mil quilômetros por hora. Tudo perfeitamente seguro” É um livro totalmente viciante. O autor Jason Rohan é um ex-roteirista da Marvel e passou cinco anos no Japão como professor de inglês. Só por essa informação pode sentir o naipe desse livro. A Espada de Kuromori é uma narrativa mergulhada no folclore e cultura do Japão e leva ao leitor a fazer uma verdadeira viagem por esses assuntos. Camisa e Capa do livro Foto retirada do Acervo Pessoal No livro, há muitos termos em japonês e um glossário no final do mesmo para consulta, mas, para mim e muitos fãs de mangá, alguns desses termos já são bem conhecidos. Mas não é preciso um conhecimento vasto de quadrinhos orientais para ler esse livro, já que tudo é detalhado, tanto na narrativa, tanto no glossário. Só queria que o recur...