Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
“Relaxe. Isto é mais seguro do que dirigir um carro. Tente não pensar em estar amarrado dentro de um tubo pressurizado de metal que pesa mil toneladas, onze quilômetros acima do chão e viajando a mil quilômetros por hora. Tudo perfeitamente seguro” É um livro totalmente viciante. O autor Jason Rohan é um ex-roteirista da Marvel e passou cinco anos no Japão como professor de inglês. Só por essa informação pode sentir o naipe desse livro. A Espada de Kuromori é uma narrativa mergulhada no folclore e cultura do Japão e leva ao leitor a fazer uma verdadeira viagem por esses assuntos. Camisa e Capa do livro Foto retirada do Acervo Pessoal No livro, há muitos termos em japonês e um glossário no final do mesmo para consulta, mas, para mim e muitos fãs de mangá, alguns desses termos já são bem conhecidos. Mas não é preciso um conhecimento vasto de quadrinhos orientais para ler esse livro, já que tudo é detalhado, tanto na narrativa, tanto no glossário. Só queria que o recur...