Eu sei, eu sei. Serei massacrada com esse texto. Mas preciso falar e até desabafar. Tenho esse blog há 14 anos, comecei em 2012, onde tudo era mato, não existia inscrições de parceria anuais com editoras, autor nacional nem era tão disseminado assim, quase não existia publicação independente de largo alcance nacional e nem Amazon tinha no Brasil vendendo ebook. Sim, tudo mato a ser desbravado. E nessa época, onde as coisas começavam a engatinhar, editoras mandavam livros pontuais a alguns blogs e criadores de conteúdo publicar textos sobre o livro. Como faziam com jornalistas também. Não existia criação para redes sociais, nem o Instagram existia e YouTube era só um repositório de vídeos comuns – sem a grandeza de produções de conteúdo como hoje. E também tinha os autores nacionais começando a despertar para divulgações nacionais. Entravam em contato com blogs que gostavam, que poderia ter afinidade com o gênero do livro e enviava o mesmo para o criador ler e fal...
Como prometido na resenha de Fundação,
que pode ser lida nesse link, estamos aqui falando mais um pouco do livro que
ainda tem muito a ser explorado. Pode ser que tenha um pouco de spoiler aqui em
baixo, leia apenas se queira correr os riscos.
Também convido a todos a deixarem nos
comentários suas impressões sobre esse novo jeito de avaliar e falar mais sobre
o assunto. Se gostarem, vamos continuar com postagens desse jeito!
“A Fundação e sua Correlação com a História Mundial”
O livro conta a história de uma sociedade que foi fundada na periferia da galáxia para que essa pudesse registrar toda a história acontecida até então, preservando assim o conhecimento, quando tudo mais estiver perdido ao tempo. Mas as coisas começam a se encaminhar para outro lado da moeda, quando o grande Seldon revela seus cálculos de psico-história e prevê o fim do império galáctico como se conhece.
A fundação então tem que exercer seu papel fundamental nesse futuro: ser a sociedade que irá restaurar um novo império galáctico.
Aqui vemos a evolução da sociedade, deste da época primitiva, sem o advento da tecnologia e ciência até o uso extrapolado disso em beneficio próprio. Ainda não entendeu? Vamos lá!
Pra explicar melhor, vamos falar sobre história e relembrar as aulas que você achava chato (ou não) em seu ensino fundamental. Lembram da idade média? Onde a dominação da massa populacional se dava especificamente com o uso da religião? Aqui as coisas começam com isso também. Depois da religião, o surgimento de reinados sem ter o foco principal a religião. Depois com a evolução pro comercio, que também vemos na história mundial a expansão das nações com o comercio marítimo, e que por fruto disso, muitas outras áreas do mundo foram descobertas e dominadas em uma espécie de colonizador e colônia (vide a história do Brasil como um bom exemplo disso).
Posteriormente, tem ainda mais coisas.
“A Fundação e sua semelhança com O Guia”.
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| Capas dos livros "O Guia do Mochileiro das Galáxias" e "Fundação" Foto do Acervo Pessoal |
Até porque o Guia tem uma pegada mais humorística e satiriza toda a história, transformando em uma grande sátira e critica a sociedade da época em um modo mais Os Simpsons (numa comparação grotesca). Já o livro Fundação tem uma pegada mais séria para contar sua história (e até um pouco mais politicalizada e historializada).
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| Pagina Extraída do Livro Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams Trecho referente a citação da "Enciclopédia Galáctica" e do "Guia do Mochileiro" Foto de Acervo Pessoal |
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| Pagina Extraída do Livro Fundação - Isaac Asimov Trecho referente a citação da "Enciclopédia Galáctica" Foto de Acervo Pessoal |
Esse pai da ficção escreveu e editou mais de 500 livros, entre os quais a série Fundação; o livro O Fim da Eternidade; Eu, Robô e O Homem Bicentenário. Além de seus sucessos em ficção cientifica, ele também foi bem sucedido com tramas de detetive e mistério, enciclopédias, livros didáticos, textos autobiográficos e vários trabalhos científicos.
Comentários
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Nossa, se lembra a escrita do "Guia" eu já quero para ontem.
ResponderExcluirEu ainda não conhecia esse livro, mas lendo seu post fiquei bem interessada!
http://www.estandybooks.blogspot.com.br/
Andy,
Excluira escrita de Fundação é mais séria que o de Guia, já que o Guia é bem mais cômico e satírico.
Mas a organização de ambos terem um livro dentro do próprio livro é uma semelhança bem interessante. E pode até tentar ver mais algumas semelhanças entre as duas obras XD
Atenciosamente,
Miaka Freitas!
Oi Questão,
ResponderExcluirsim, eu já estou lendo o Desconhecidos, mas como eu gosto de ler cuidadosamente tudo que eu recebo, eu ainda vou demorar um pouquinho a publicar a resenha =) (também tem o fato que tem muitas obras que já li mas ainda não publiquei a resenha), mas prometo que ainda em 2014 eu publico meu parecer sobre Desconhecidos XD
Beijinhos =*
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