Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Esse filme é uma coisa sem nexo. Maria e João são 2 irmãos que saem de casa após a morte do pai pela peste e a mãe surtar e expulsá-los. Maria parece ser uma menina forte e poderosa, uma garota que mudaria contra o patriarcado. Mulheres assim eram consideradas bruxas nessa época, perseguidas e mortas. O filme seria bem legal se seguisse mais essa linha de raciocínio. Eles até tentam na real — com a bruxa ensinando a jovem várias coisas como plantas medicinais até xadrez. Mas fica algo muito subjetivo, só numa interpretação das entrelinhas. Falando em interpretar as entrelinhas, há aqui uma confusão de informações nesse filme que deixa o telespectador confuso ao montar a história do filme. Eu simplesmente fiquei parte da sessão me perguntando o que eu devia está entendendo com aquela cena e se eu tinha capacidade de entender aquele filme. Divulguei com imaginação longe procurando todo conhecimento e bagagem bibliográfica que eu podia ter para preencher a...