Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
O novo romance da Maitê Sombra, que eu tive o prazer e a oportunidade de ler antes do lançamento. E trazer em primeira mão pra vocês essa resenha no lançamento! Esse livro é aquele romance água-com-açúcar que a gente precisa um pouco, dentre tantas histórias tensas, toxicas, que trabalham assuntos ainda mais pesados, esse vem ser o livro porto seguro para lermos (e até nos tirar de uma ressaca literária). Apaixonei no Felipe, ele parece sempre calmo e equilibrado, o porto seguro que nossa protagonista Cecilia, realmente precisava desse apoio. Não que ela não seja forte e independente, porque ela é uma verdadeira girl power dessa história. Mas ela erra um pouquinho demais, principalmente por pensar demais, ficar pensando no "e se" e acaba fazendo escolhas até pelos outros, mas parte por medo de se decepcionar com a resposta ou não ser o que ela esperou - ou esperar o pior da situação. Além disso, temos o Lucas, a criança mais fofa que eu já conheci em romances ass...