Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
O novo romance da Maitê Sombra, que eu tive o prazer e a oportunidade de ler antes do lançamento. E trazer em primeira mão pra vocês essa resenha no lançamento!
Esse livro é aquele romance água-com-açúcar que a gente precisa um pouco, dentre tantas histórias tensas, toxicas, que trabalham assuntos ainda mais pesados, esse vem ser o livro porto seguro para lermos (e até nos tirar de uma ressaca literária).
Apaixonei no Felipe, ele parece sempre calmo e equilibrado, o porto seguro que nossa protagonista Cecilia, realmente precisava desse apoio. Não que ela não seja forte e independente, porque ela é uma verdadeira girl power dessa história. Mas ela erra um pouquinho demais, principalmente por pensar demais, ficar pensando no "e se" e acaba fazendo escolhas até pelos outros, mas parte por medo de se decepcionar com a resposta ou não ser o que ela esperou - ou esperar o pior da situação.
Além disso, temos o Lucas, a criança mais fofa que eu já conheci em romances assim. Esse menino é super educado e inteligentes e tem apenas 5 anos. Ele é fofo e serve muito para a Cecilia amadurecer e esquecer um pouco do orgulho e fazer coisas que não faria se não tivesse que pensar também no Lucas.
É um romance fofo e bem construído até no drama exagerado, mas o drama nada mais que serve para fortalecer a relação do nosso casal protagonista. Gênero de romance é um gênero que Maitê consegue construir muito bem.
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