Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse mangá aqueceu muito meu coração, quando estava achando que nenhuma obra ia me tocar tanto. A história é centrada no casal de amigos Saeki e Todah, que tem uma paixão em comum: filmes. E foi assim que se conheceram, quando estavam escolhendo filmes numa loja. E deste então sempre vão ao cinema e decidiram fazer viagens para conhecer o locais que gravaram um filme. Eu fiquei realmente tocada com a história, principalmente depois que o Saeki se declara e Todah acaba pensando muito sobre os sentimentos do amigo até se tocar que também o ama de outro jeito. O mangá tem uma leitura leve e bastante imersiva, e diferente dos outros que a leitura é mais um frenesi de clichês e cenas hot, esse aqui deixa os sentimentos mais amostra, a flor da pele mesmo. Me senti tocada com o amor dos dois e com a história. me emocionei demais. O Saeki foi direto ao ponto em todas as vezes com o Todah, menos num segredo principal que pode abalar a relação deles. E isso me deu bastante...