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W.I.T.C.H. || Revisitando os quadrinhos clássicos — Volume 01, Saga Meridian

 Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra.  Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

Resenha || Calling

 Não sei porque demorei tanto tempo para ler Calling. Na época de seu lançamento, próximo de Honey Blood, eu acabei não o comprando, então só vim a adquirir recentemente e o deixei lacrado na estante até esse mês. Mas no feriadão que curtir no inicio de junho, eu, enfim, li. 

A história é focada no Hinamura, que trabalha em um escritório, que tem uma vida comum e que acha entediante, até que ele encontra o Kira num parque e trocam olhares. O Kira se apaixonou a primeira vista, mas o Hinamura achou que ele era um badboy que iria encrencar com ele e começou a evitar até de passar por aquele parque. Porém, o Kira é persistente e começa a ir atrás até encontrar o rapaz e começar uma amizade. Mas claro que o Kira não quer somente amizade, e se declara ao Hinamura - o mesmo começa então a ver Kira e seus sentimentos com outros olhares... 

Esse mangá é muito mais amorzinho do que eu imaginei que fosse, o Kira é um amor apaixonadíssimo por Hinamura. E o Hinamura também é um fofo quando nota que se apaixonou mesmo. Eu simplesmente adorei o jeito dos dois e vê como combinaram mesmo sendo tão diferentes um do outro. E como Hinamura começa a querer entrar no mundo do Kira e conhecê-lo melhor (Kira é um ator de filmes adultos). Isso causa uma pequena crise de ciúmes, mas conseguem superar. 

O Mangá tem cenas mais 18, então se não gostar de coisas explicitas, não recomendo. Cada capitulo é como se fosse uma oneshot deles, mas que vão se complementando com os acontecimentos uma da outra. O mangá me causou algumas reflexões a medida que fui lendo, principalmente no Hinamura começar a se questionar sobre o trabalho do Kira em ser ator de filmes adultos. Me perguntei se eu teria a mesma maturidade de dividir as coisas, trabalho e nosso relacionamento. Sei lá, eu acharia toda hora que estaria sendo traída, por exemplo. Mas achei fofo como conseguiram validar o sentimento, se entenderem, e acabarem com isso sem uma crise maior. 


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