Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Nunca achei que ia revisitar tão cedo Crepúsculo. Eu nunca fui tão fã de Crepúsculo na adolescência, mas cheguei a ler a saga completa por influência das colegas do cursinho que eu fazia - queria participar e me sentir do grupo e todas elas eram apaixonadas por Edward e Bella, logo para me incluir nos assuntos do grupo, tive que ler e saber mais sobre esses personagens. Mas acabou que eu não consegui gostar tanto quanto elas. Achei um romance forçado e meio errado. E agora com o Sol da Meia-Noite eu tenho certeza que meu sinal vermelho na mente tinha um fundo de veracidade. Esse livro foi um lançamento recente a muito prometido pela autora, e conta a versão do Edward, prometendo mais visão dele, assim podemos saber mais do passado dele e entender algumas atitudes dele. E com isso, também vemos o quanto ele pode ser tóxico num relacionamento, perseguidor e controlador. Sei lá, na minha visão ele nunca era esse príncipe encantado que as meninas suspiravam e agora conhec...