Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
A pior adaptação cinematográfica depois de Dragon Ball Evolution . Até C repúsculo foi melhor que Dezesseis Luas . Queria fazer um Filme X Livro, mas dessa vez não tem como. Só se apenas fazer dois posts distintos. Primeiramente, Ethan é totalmente idiota. Entrou na lista de personagens principais com cara de besta, como a Bella, em Crepúsculo . Segundo. Acho que seria, no mínimo, um pré-requisito, o diretor, roteirista e produtor do filme lesse, nem que seja rapidamente, o livro “Dezesseis Luas”. Porque nada no livro fora fiel ao filme. Sei que uma adaptação fiel ao romance escrito não é possível, mas não precisava estragar uma história boa. Terceiro, pode ser coisa da minha cabeça, mas não imaginei Lena, nem Ethan, nem Amna, nem Macon, nem Link, nem a Senhorita Lincoln (e nem ninguém) do jeito que apareceram no filme. Muito menos a casa de Ravenwood. Quarto, cadê o Boo Marley, o cachorro que segue Lena por todo a Gatlin? Cadê as outras duas irmãs de ...