Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Hoje vim trazer mais um vídeo que fiz no meu novo canal, o Diário de uma Fujoshi. Lembrando que lá é para ter um vídeo a cada 15 dias, então realmente lá a frequência será diminuta em relação ao meu canal principal, para falar a verdade, estou fazendo esse canal secundário mais para me distrair e falar dos meus surtos em obras mais adultas - afinal, não só de fantasia e family friend vive uma leitora (ainda mais uma leitora bem otaku como eu). Dessa vez, comento sobre um dos primeiros títulos que li assim que voltei a ler boys love. Vi muito vídeo desse título no Tik Tok e resolvi ver para conhecer. Pior erro! Pois agora fiquei viciada, sofrendo de amores por um casal que acho que nem vai evoluir da amizade. Isso porque esse manhwa se encaixa perfeitamente em um gênero chamado Shounen-ai. Então, eu ainda não li a obra completa, então não sei se ele acontece algo que leva o casal de amigos a serem namorados ou algo a mais, mas por enquanto só existe uma forte amizade entre el...