Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Estou aqui "derretida" por esse romance. O que falar desse livro? Estou apaixonada pelo gênero de romance de época depois da experiência de ler "Até o Último Amanhecer". O livro é muito bem escrito. A Olivia e Simon são personagens bem envolventes. Não há como não se apaixonar por eles dois que se destacam por suas personalidades únicas. "Não é minha intenção agradá-la quando digo que encontrarei felicidade como que sinto em sua presença. É apenas minha mais sincera declaração da verdade. Neste momento, não peço apenas para que seja minha esposa aos olhos dos homens e da igreja. Peço que conceda a chance de fazê-la feliz e de honrá-la com tudo o que sou. Uma chance para tentar expressar, nesta frágil existência, todo amor que guardo em meu coração. Diga que será minha companheira de vida e de alma." — Simon para Olivia. Adoro personagens ácidos e sarcásticos, acho que transparece ainda mais uma relação sincera. A relação deles transmite ...