Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu acabei não falando do filme aqui quando lançou a adaptação da netflix, e sei que era porque queria ler o quadrinho e fazer uma super postagem - porém, não aconteceu. Vim a criar vergonha na cara e ler o quadrinho só agora em janeiro de 2024, e nossa, porque não li antes? O quadrinho é maravilhoso em vários sentidos. Preciso dizer que a adaptação da netflix foi assertiva, mas não faz jus a magnitude que é esse quadrinho. Acertaram em transmitir a personalidade forte e decidida da Nimona, mas não o peso que eu senti lendo o quadrinho. Em várias situações, a HQ consegue ser mais "pesada" que a animação, pois temos mais detalhes de toda a história. Estou feliz em dar uma chance para essa obra maravilhosa. Acho que o principal da obra é mostrar que as pessoas não aceitam o que é diferente, na concepção delas. Seja o simples fato do Coração Negro perder um braço e não ser mais aceito na instituição, seja a Nimona que é diferente de tudo que já se viu. Nimona s...