Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Achei esse livro interessantíssimo então resolvi divulgar
aqui.
A história é sobre Nathan, o filho de uma bruxa da luz com o
mais poderoso e cruel bruxo das sombras. O adolescente vive com a avó e os
meios-irmãos e é visto como uma aberração por seus pares. O Conselho dos Bruxos
da Luz vê nele uma ameaça, que precisa ser domada ou exterminada. Prestes a
completar dezessete anos – época em que todos os bruxos passam por uma
cerimônia em que seu dom é finalmente revelado bem como sua denominação como
bruxo da luz ou das sombras -, agora Nathan terá que correr contra o tempo para
achar o pai, que jamais teve oportunidade de conhecer, e salvar a própria pele.
Eu não pude deixar de notar a semelhança de Half Bad com Dezesseis Luas. Muitos elementos estão presente em ambos como os
protagonistas viverem com parentes que os protegem, o despertar dos poderes ser
essencial para a decisão do futuro deles. E por ter essas semelhanças, eu
incluo Half Bad em minhas futuras
leituras.
Vou tentar comprar logo, logo esse livro (ou então tentar
ler logo em e-book, apesar, claro, que eu não gosto muito disso. É muito ruim
para quem, assim como eu, tem labirintite, mas acho que esse livro vale a
pena).
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