Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
*E agora o final do capitulo 2. Demorou mas chegou!* Segunda Tarde Dormi. Dormi feito um anjo. Dormi tanto que apenas acordei para almoçar e sair. Coloquei os fones de ouvido, é a melhor maneira para não escutar o mundo e desligar os pensamentos. É tipo uma compra casada. Gosto assim. Todas as musicas lembravam ele. Tocar Caetano cantando "Você não me ensinou a te esquecer" é um golpe baixo e dolorido. "Quem dera ser um peixe para em teu límpido aquário mergulhar...”. Como Fagner dói. "Esse cara sou eu". Roberto Carlos não! Essa musica é a cara dEle. Ele que pediu um tempo, quis me dá algo que nunca desejei. Tempo. Palavra idiota essa. O tempo nunca cura feridas nem magoas. O tempo não conserta brigas e desentendimentos. Essa palavra é só pretexto para uma possível e eminente separação. É só uma palavra enfeitadinha e amigável para dizer acabou. É só uma desculpa por não achar um culpado melhor ou para quando a causa não tem mais s...