Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Vimos isso com pessoal falando de ThunderCats e agora de DCSHG . Nem deixam o desenho estrear. É uma apropriação de algo que nunca nem pertenceu a eles. Toda franquia se renova ou morre. Algo que acompanhamos que não é de hoje. Nossa época de infância já tinha isso acontecendo, mas agora nessa era da internet, as pessoas conseguem chegar a venerar os que nomeamos de clássicos e se propõem a falar que por causa da mudança, as novas gerações não serão felizes como eles. Mas se você for assistir a maioria das coisas que venera, você mesmo não vai ter mais "saco" para aturar, não vai ter a mesma sensação. Porque não é apenas o desenho, é toda a lembrança que você criou em torno daquele momento que te trás essas felicidade ao lembrar. E isso que as novas crianças terão com os novos desenhos. E mesmo que não entre na cabeça de quinta serie que muitos adultos demonstram quando vê algo novo, eles não podem negar que isso é um ciclo que vai se repetir com essa geração, com ...