Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Vimos isso com pessoal falando de ThunderCats e agora de DCSHG . Nem deixam o desenho estrear. É uma apropriação de algo que nunca nem pertenceu a eles. Toda franquia se renova ou morre. Algo que acompanhamos que não é de hoje. Nossa época de infância já tinha isso acontecendo, mas agora nessa era da internet, as pessoas conseguem chegar a venerar os que nomeamos de clássicos e se propõem a falar que por causa da mudança, as novas gerações não serão felizes como eles. Mas se você for assistir a maioria das coisas que venera, você mesmo não vai ter mais "saco" para aturar, não vai ter a mesma sensação. Porque não é apenas o desenho, é toda a lembrança que você criou em torno daquele momento que te trás essas felicidade ao lembrar. E isso que as novas crianças terão com os novos desenhos. E mesmo que não entre na cabeça de quinta serie que muitos adultos demonstram quando vê algo novo, eles não podem negar que isso é um ciclo que vai se repetir com essa geração, com ...