Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Meu anime favorito de todos os tempos! Tenho uma relação afetiva com essa obra e fiquei imensamente feliz quando a NewPop anunciou essa publicação no Brasil (e quero muito que tragam a novel pro Brasil depois do mangá). A historia conta sobre Louise, que tem o apelido de Zero Louise, pq ela não consegue fazer nenhuma magia (a história se passa num mundo paralelo a Terra onde os nobres têm acesso a magia, aí vão para essa escola de magia). E num dia, numa aula de invocação de animal familiar, a Louise que não consegue fazer nenhum feitiço certo, acaba invocando um menino da terra no lugar de um animal. E ai ela se vê presa a um garoto humano como familiar e o garoto numa terra desconhecida que ele precisa aprender a se defender e achar um jeito de voltar. É bem legal a história e acaba tendo um romance desenvolvido depois. Eu via em anime, foi o primeiro anime que eu vi quando comecei o namoro. Eu era tão apaixonada na Louise, que não pensei duas vezes em comprar esse ma...