Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Estou apaixonada por esse manwa. Eu sei que é mais um que trás o plot de Viagem no Tempo para construir a história da protagonista, mas esse quadrinho me ganhou pelo carisma, força e inteligência da Enve, e pelo amor incondicional do Mikhaelis. O inicio da história, em que ele sacrifica tudo pela sua amada fez meu coração acelerar de tão fofo que foi - e me deixou tão triste porque a Enve nunca saberá tudo que o Mikhaelis fez por ela! E isso é tão triste... Mas agora temos a possibilidade de conhecer um novo futuro que pode ser menos sangrento e ruinoso.
Eu li os 40 capítulos, que seria praticamente a primeira temporada do mangá e já posso falar o quanto a nossa protagonista se tornou uma princesa de respeito. Ela decidiu mudar o futuro que viveu na primeira vida, então resolveu ser mais ativa politicamente e está mostrando toda sua inteligência para alcançar seus objetivos sem ser totalmente ofensiva em cima dos seus rivais. Eu sempre me surpreendo com os roteiros dessas obras que conseguem fazer boas escolhas para acordos políticos, algo que eu me atrapalharia em fazer conexões, fica de forma bem trabalhado nesses roteiros.
A história vai ficando complexa a cada personagem sendo incluído na trama e eu estou criando muita expectativa para mais capítulos, pois os 40 primeiros me serviu mais como uma introdução do quão bom e complexa pode ficar essa história e essa trajetória para se tornar a princesa regente e evitar o futuro horrível que foi a primeira vida da protagonista. Até agora as coisas estão indo de acordo com o plano da prota, mas as coisas nem sempre acontecem desse jeito e estou até com medo de chegar na parte de que ela terá que contornar as coisas que começarão a dá errado. Mikhaelis é outro que ainda não entende seus sentimentos pela Enve e não se sabe quando ele descobrir seu papel no antigo futuro e seus sentimentos tão profundos pela protagonista aflorar. Ele é um amante que faria tudo pela amada, já provou isso logo nos primeiros capítulos, então, só consigo me empolgar quando ele se der conta dos sentimentos que sente.
A história realmente vale a pena ser lida, se tornou, mesmo em poucos capítulos, a minha preferida (junto com Doctor Elise e Light and Shadow).

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