Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
*Livro cedido pela Editora D' Plácido Acho que estamos na semana de livros onde há algum aspecto que nunca vi em outro livro que li. E olha que todos esses que me surpreenderam foram nacionais, não que o que eu tenha falado foi algum preconceito meu por parte de nacional, mas é que ainda se escuta muita gente que não lê ou não gosta de nacional por não terem narrativas interessantes ou serem mal escritos. Tolo é o que pensa desse jeito porque não paro de me surpreender com os autores brasileiros. Livro De Olhos Fechados, de Livínia Rocha Foto do Acervo Pessoal Dessa vez o livro é de uma autora chamada Lavínia Rocha , e seu livro tem o titulo de De Olhos Fechados . O cenário da história é a sua cidade natal: Belo Horizonte. O titulo já desperta o autor para o ponto chave da história: a nossa protagonista é cega. Acho que nunca havia lido um livro onde o protagonista teria alguma deficiência, ainda mais a da visão, que é algo visto pela sociedade como algo muito ...