Como eu amei esse livro. Foi mais um que eu li por causa daqueles vídeos de fofoca literária do tik tok (oh, vídeos que aguçam nossa curiosidade). E acabei lendo, muita gente elogia.
Ele é um romance leve, que dá para ver que até em post-it pode haver romance (risos). Mas dá umas pinceladas em problemas comumente de relacionamentos e pessoas com desequilíbrio (como o romance toxico que nossa protagonista estava presa antes da história do livro começar).
Acho isso importante, sempre temos espaço para debater esse tipo de problema. Precisamos cada vez mais exemplificar e falar disso, até para que as vítimas possam descobrir que são vítimas – afinal, como a Tiffy, muita gente está tão imersa a essa realidade que não consegue, de imediato, saber que está em algo não saudável. Não digo que TODA narrativa de agora adiante tem que ter esse tipo de abordagem, mas é importante que as que há, tratam disso com a seriedade que deve ser e mostre que há soluções e apoio se você procurar ajuda.
Sinto, no livro, que queria conhecer mais do Leon. Ele foi tão pouco trabalhado, mesmo para um cara na dele e que aparenta ter timidez. Mas em compensação, temos um grande desenvolvimento de personagens secundários, como o irmão do Leon – e você acaba aprendendo a amar ele também.
Tiffy é uma mulher que dá vontade de guardar num potinho de tão especial que ela é. E o jeito que eles começam a se conhecer pelos post-it espalhado pela casa, parece que volta as cartas que se trocava antigamente. É interessante, se apaixonar pela pessoa como é, sem ter a primeira impressão olhando-a externamente, pela aparência. Super recomendo essa leitura.
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