Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Como eu amei esse livro. Foi mais um que eu li por causa daqueles vídeos de fofoca literária do tik tok (oh, vídeos que aguçam nossa curiosidade). E acabei lendo, muita gente elogia.
Ele é um romance leve, que dá para ver que até em post-it pode haver romance (risos). Mas dá umas pinceladas em problemas comumente de relacionamentos e pessoas com desequilíbrio (como o romance toxico que nossa protagonista estava presa antes da história do livro começar).
Acho isso importante, sempre temos espaço para debater esse tipo de problema. Precisamos cada vez mais exemplificar e falar disso, até para que as vítimas possam descobrir que são vítimas – afinal, como a Tiffy, muita gente está tão imersa a essa realidade que não consegue, de imediato, saber que está em algo não saudável. Não digo que TODA narrativa de agora adiante tem que ter esse tipo de abordagem, mas é importante que as que há, tratam disso com a seriedade que deve ser e mostre que há soluções e apoio se você procurar ajuda.
Sinto, no livro, que queria conhecer mais do Leon. Ele foi tão pouco trabalhado, mesmo para um cara na dele e que aparenta ter timidez. Mas em compensação, temos um grande desenvolvimento de personagens secundários, como o irmão do Leon – e você acaba aprendendo a amar ele também.
Tiffy é uma mulher que dá vontade de guardar num potinho de tão especial que ela é. E o jeito que eles começam a se conhecer pelos post-it espalhado pela casa, parece que volta as cartas que se trocava antigamente. É interessante, se apaixonar pela pessoa como é, sem ter a primeira impressão olhando-a externamente, pela aparência. Super recomendo essa leitura.

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