Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Já queria assistir esse filme deste de dezembro quando estreou, mas só consegui ver esse fim de semana (02/02). Assisti com toda família.
A primeiro momento o filme é todo engraçado, e me arrancou muitas risadas ao longo da experiência. Porem, depois que paramos para analisá-lo, ele acaba sendo mais fraco que os outros 2.
Nesse filme, Dona Herminia tenta se encontrar após todos os filhos sairem de casa para terem suas próprias vidas. Pode ser que eu não entenda o que ela, como mãe, está passando e não role a tal identificação com o personagem. Mas tudo parece tão vago e ela começa a topar tudo para sair da rotina de quem não está fazendo nada.
Acontece que o filme parece um bocado de cenas aleatórias de aventuras de Dona Herminia, onde não se tem uma grande historia sendo contada. Algo que fica apenas para algumas cenas soltas e finais. Quando falo em grande história, digo uma trama central, algo que tem exatamente nos 2 primeiros filmes da franquia. O terceiro deixa a desejar e parece mais um compilado de esquetes de humor.
Uma observação, adorei a parte que Paulo Gustavo coloca seu marido e seus dois filhos para aparecer no filme. Foi uma parte rápida é bem sensível para mostrar a dona Herminia que ela ainda sim pode esperar uma família do seu caçula gay. Não existe mais padrão para uma família, família é aonde se ama e é amado.
Enfim, o filme é divertido e cumpre seu papel de fazer o publico sorrir e se distrair, mas acho inferior ao primeiro e segundo filme.


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