Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Já queria assistir esse filme deste de dezembro quando estreou, mas só consegui ver esse fim de semana (02/02). Assisti com toda família.
A primeiro momento o filme é todo engraçado, e me arrancou muitas risadas ao longo da experiência. Porem, depois que paramos para analisá-lo, ele acaba sendo mais fraco que os outros 2.
Nesse filme, Dona Herminia tenta se encontrar após todos os filhos sairem de casa para terem suas próprias vidas. Pode ser que eu não entenda o que ela, como mãe, está passando e não role a tal identificação com o personagem. Mas tudo parece tão vago e ela começa a topar tudo para sair da rotina de quem não está fazendo nada.
Acontece que o filme parece um bocado de cenas aleatórias de aventuras de Dona Herminia, onde não se tem uma grande historia sendo contada. Algo que fica apenas para algumas cenas soltas e finais. Quando falo em grande história, digo uma trama central, algo que tem exatamente nos 2 primeiros filmes da franquia. O terceiro deixa a desejar e parece mais um compilado de esquetes de humor.
Uma observação, adorei a parte que Paulo Gustavo coloca seu marido e seus dois filhos para aparecer no filme. Foi uma parte rápida é bem sensível para mostrar a dona Herminia que ela ainda sim pode esperar uma família do seu caçula gay. Não existe mais padrão para uma família, família é aonde se ama e é amado.
Enfim, o filme é divertido e cumpre seu papel de fazer o publico sorrir e se distrair, mas acho inferior ao primeiro e segundo filme.


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