Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Como prometido na resenha de Fundação,
que pode ser lida nesse link, estamos aqui falando mais um pouco do livro que
ainda tem muito a ser explorado. Pode ser que tenha um pouco de spoiler aqui em
baixo, leia apenas se queira correr os riscos.
Também convido a todos a deixarem nos
comentários suas impressões sobre esse novo jeito de avaliar e falar mais sobre
o assunto. Se gostarem, vamos continuar com postagens desse jeito!
“A Fundação e sua Correlação com a História Mundial”
O livro conta a história de uma sociedade que foi fundada na periferia da galáxia para que essa pudesse registrar toda a história acontecida até então, preservando assim o conhecimento, quando tudo mais estiver perdido ao tempo. Mas as coisas começam a se encaminhar para outro lado da moeda, quando o grande Seldon revela seus cálculos de psico-história e prevê o fim do império galáctico como se conhece.
A fundação então tem que exercer seu papel fundamental nesse futuro: ser a sociedade que irá restaurar um novo império galáctico.
Aqui vemos a evolução da sociedade, deste da época primitiva, sem o advento da tecnologia e ciência até o uso extrapolado disso em beneficio próprio. Ainda não entendeu? Vamos lá!
Pra explicar melhor, vamos falar sobre história e relembrar as aulas que você achava chato (ou não) em seu ensino fundamental. Lembram da idade média? Onde a dominação da massa populacional se dava especificamente com o uso da religião? Aqui as coisas começam com isso também. Depois da religião, o surgimento de reinados sem ter o foco principal a religião. Depois com a evolução pro comercio, que também vemos na história mundial a expansão das nações com o comercio marítimo, e que por fruto disso, muitas outras áreas do mundo foram descobertas e dominadas em uma espécie de colonizador e colônia (vide a história do Brasil como um bom exemplo disso).
Posteriormente, tem ainda mais coisas.
“A Fundação e sua semelhança com O Guia”.
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| Capas dos livros "O Guia do Mochileiro das Galáxias" e "Fundação" Foto do Acervo Pessoal |
Até porque o Guia tem uma pegada mais humorística e satiriza toda a história, transformando em uma grande sátira e critica a sociedade da época em um modo mais Os Simpsons (numa comparação grotesca). Já o livro Fundação tem uma pegada mais séria para contar sua história (e até um pouco mais politicalizada e historializada).
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| Pagina Extraída do Livro Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams Trecho referente a citação da "Enciclopédia Galáctica" e do "Guia do Mochileiro" Foto de Acervo Pessoal |
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| Pagina Extraída do Livro Fundação - Isaac Asimov Trecho referente a citação da "Enciclopédia Galáctica" Foto de Acervo Pessoal |
Esse pai da ficção escreveu e editou mais de 500 livros, entre os quais a série Fundação; o livro O Fim da Eternidade; Eu, Robô e O Homem Bicentenário. Além de seus sucessos em ficção cientifica, ele também foi bem sucedido com tramas de detetive e mistério, enciclopédias, livros didáticos, textos autobiográficos e vários trabalhos científicos.
Comentários
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Nossa, se lembra a escrita do "Guia" eu já quero para ontem.
ResponderExcluirEu ainda não conhecia esse livro, mas lendo seu post fiquei bem interessada!
http://www.estandybooks.blogspot.com.br/
Andy,
Excluira escrita de Fundação é mais séria que o de Guia, já que o Guia é bem mais cômico e satírico.
Mas a organização de ambos terem um livro dentro do próprio livro é uma semelhança bem interessante. E pode até tentar ver mais algumas semelhanças entre as duas obras XD
Atenciosamente,
Miaka Freitas!
Oi Questão,
ResponderExcluirsim, eu já estou lendo o Desconhecidos, mas como eu gosto de ler cuidadosamente tudo que eu recebo, eu ainda vou demorar um pouquinho a publicar a resenha =) (também tem o fato que tem muitas obras que já li mas ainda não publiquei a resenha), mas prometo que ainda em 2014 eu publico meu parecer sobre Desconhecidos XD
Beijinhos =*
Apareça sempre!