É, de longe, uma das histórias mais tocantes da TMJ. Céus,
como eu chorei e fiquei melancólica no final desse volume. Ainda mais porque
juntou o fato em que eu tinha acabado de ler a noticia que o mestre Mauricio de
Sousa estaria em São Luis, para a feira do livro (agora em outubro/novembro).
É muito especial para mim conhecê-lo, já que ele foi minha
infância.
Mas voltando para essa edição.
Acontece que Cebola é intimado a capturar a androide Brisa.
Para quem não se lembra, em uma das edições passadas (exatamente a edição #32,
que infelizmente não há resenha no Um Sofá), os robôs G-nius foram criados para
auxilio e companhia ao homem. Porem surgiu a Brisa, a primeira G-nius a criar
uma consciência independente da sua programação.
Todo esse tempo passou e agora ela voltou como ameaça a
humanidade, pelo menos é o que tentam contar a Cebola para convencê-lo que sua
ajuda será necessária para a missão.
O enredo, claro, lembra muito um anime (que até já resenhei
aqui no blog, especialmente para falar posteriormente dessa edição da TMJ)
chamado Chobits, o que deve influenciar ainda mais na minha ligação pessoal com
o enredo, já que esse anime é um dos meus favoritos. Não digo plágio, afinal,
japonês gosta de inventar enredo com robôs humanóides que servem a humanidade
(pode ser visto também em Saber Marionette J, lançado pela Editora JBC).
Acontece que aqui, depois de algum tempo deste do sumiço de
Brisa no final da edição #32 da TMJ, o Cebola é contactado para capturar sua
robô amiga, pois ela parece ser uma grande ameaça a humanidade. Temendo que
algo aconteça a sua amiga e querendo impressionar a sua parceira nessa tarefa
(que nada mais é que a Mônica), ele aceita ir em busca de Brisa.
Acontece que nem tudo parece ser o que estão contando para o
Cebola (e mesmo no desenrolar de toda a história ainda fica as duvidas para os
personagens e também para os leitores). Não tenho nenhuma vontade de estragar a
leitura de vocês, então não vou falar nada muito aprofundado sobre o enredo,
deixando mais uma dica do que uma avaliação detalhada do volume para vocês.
O final tem emoções, que posso dizer, fortes, para quem se
envolver com a história (e duvido que não se envolva). E deixa espaço para mais
um retorno da andróide Brisa futuramente.
E, creio eu, que ninguém viu minhas criticas ao voluma #72
de TMJ, um volume chamado “Meu Ídolo” que, para mim, não deveria ter existido. A
única explicação dele ter sido lançado é que precisava-se ter uma história no
mês. Então Caçadores de Andróides, na minha opinião tinha o dever de consertar
o enredo fraco da sua anterior (na qual só comprei para não desfalcar a
coleção, já que a história fraca com bilhete premiado que nem para a Fabrica de
Chocolate serviria).
A história é boa, emocionante e de desfecho um tanto
intrigante. Vale a pena a leitura. E para quem leu, com toda certeza ficou com
a vontade de ter mais Brisa futuramente.
Mas esse não é o final, é apenas o começo para essa G-nius.
Voto para Brisa como personagem recorrente. Melhor q essa organização secreta, que não me pareceu interessante nem na primeira aparição.
ResponderExcluirCrestomanci, a Brisa nem se compara a muitos personagens recorrentes dos quadrinhos.
ExcluirEla é super legal ><
Espero que essa organização seja melhor trabalhada em um futuro próxima (e que não os mande para o limbo como mandaram as 4 dimensões mágicas, que nunca mais aproveitaram o universo fantástico do estilo RPG nesses mais de 2 anos de Turma da Mônica, mas ainda tenho a esperança de que isso aconteça e eles voltem a ter a consciência de que tão perdendo um bom enredo ai).
Beijinhos =*
Volte Sempre!
VOTO EM BRISA EU ATÉ INVENTEI UMA G-NIUS
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