Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Para quem gosta de desenhos de fantasia, como eu, vai adorar esse novo desenho da Disney que parece bem promissor. O estilo dele me lembra Gravity Falls e Star Vs As Forças do Mal, de um jeito bom.
O primeiro episódio está disponível no site iTunesMaxHD onde eu assisto a maioria dos desenhos da nick, Disney e Cartoon Network. Vou deixar o link aqui e no final do texto, para quem quiser assistir o primeiro episódio.
O primeiro episódio não tem uma grande história, mas é o que nos apresenta a protagonista, Luz, e aos seus novos amigos desajustados num mundo estranho de fantasia. Luz era uma garota que apesar de ter uma super auto confiança, não era aceita entre colegas de escola e por sua família, pois era esquisita demais em seus gostos peculiares, indo para um acampamento que promete mudar esse comportamento, ela se vê diante de uma coruja estranha que estava roubando seu lixo, decidindo segui -la afim de achar seu precioso livro, ela vai parar em um novo mundo fantástico e acaba conhecendo Eda e seu bicho de estimação (?) que acabam se revelando os amigos que ela gostaria de ter.
Acho legal essa pegada de pessoas desajustadas, algo como pessoas com gostos bem diferentes (e até peculiares) como narrativa desse primeiro episódio. Quem nunca foi uma criança ou adolescente que era excluído dos grupos por seus gostos não combinarem com os dos outros? Eu, por muito tempo, fui uma criança sozinha por ter gostos esquisitos e não conseguir ter amigos por causa disso. A Luz facilmente desperta essa identificação com o telespectador, e você acaba ficando com raiva quando tentam mudar essa característica dela, que afinal, é o que faz ela ser especial.
Eu espero que esse desenho seja realmente promissor, pois minha expectativas estão no alto depois de ser apresentada a mais um novo mundo de fantasia. O desenho parece que vai caminhar a um lado em que possivelmente a Luz vai conseguir se fixar nas características que faz dela especial e que vamos ver a importância de sermos livres para gostar e ser quem a gente quer ser. Acho válido um desenho nessa temática quando todo o mundo tenta nos encaixar em um padrão do que é ser socialmente aceitável. Celebrar as esquisitices é legal e é o que nos fazem diferentes e especiais.
Se você é quiserem, posso a medida do que vou assistindo, trazendo resenhas dos episódios para vocês (como já fiz em alguns desenhos animados anos atrás).

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