Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
OI gente, fiquei sumida esses meses de agosto e começo de setembro, mas estava literalmente sem criatividade para escrever, tanto no blog, quanto no IG e resolvi tirar umas semanas para clarear a mente, já que estava também com zero pique para me animar com as coisas. Mas agora voltei e tenho muita leitura para compartilhar com vocês. E dessa vez, vou falar de uma que estou fazendo agora.
Primeira frase da página 100:
"Perto da meia-noite, já tinha os convites da festa prontos, pintados um a um".
Do que se trata o livro?
Um fazendeiro tem sua neta afastada por anos de seu convívio e resolve elaborar um plano para ela se apaixonar pela fazenda onde ele vive e também por um certo rapaz que trabalha lá. A neta, em questão, sem saber dos planos do avô, fica na fazendo alguns meses para estreitar os laços, mas acaba se envolvendo demais e também se questionando sobre as escolhas de sua vida.
O que está achando até agora?
O livro me fez devorar as primeiras 100 páginas em poucas horas do dia. Tem uma narrativa leve e bem contemporânea e a personagem, apesar de se questionar sobre suas escolhas e sua vida até então, não é chata, mas bastante interessante. Os demais personagens também tem profundidade. Porém quando cheguei no capitulo 11, dei uma travada e ainda não consegui seguir, pois sei que terá um pouco de drama na história.
O que está achando do personagem principal?
A Antonella é uma personagem que nos primeiros capítulos não parecia ter muito o que oferecer, sendo mais uma patricinha mimada e rica da cidade grande. Mas a autora consegue trabalhar camadas escondidas na Antonella, transformando-a em uma personagem que a muito tempo tinha desistido de se conectar a si mesma e se conhecer, algo que ela começa a se questionar e querer fazer quando se vê longe da cidade grande, podendo ser ela mesma sem a "podação" dos pais.
Vai continuar lendo?
Sim, apesar de ainda não saber como vou ultrapassar o capitulo 11, eu tenho vontade de ver até onde vai esse romance e estou torcendo pelo casal principal. Ninguém merece um casamento forçado, falso e por conveniência.
Última frase da página 100:
"O que tem de mais?"

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