Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Vou ser sincera, preferi Maze Runner a Jogos Vorazes. É uma história mais envolvente, mais cheia de mistérios, mais tensão.
É um daqueles filmes que te faz ficar inquieto na poltrona,
agarrando os braços da cadeira e pirando junto com os personagens.
E você sabe só o que os personagens sabem, não é um daqueles
filmes que te entrega tudo na primeira cena, você vai descobrindo com o passar
do tempo. Só quando os personagens vão montando o quebra-cabeça, você monta
junto. E até o final é surpreendente, eu nunca conseguiria imaginar aquilo (e
olha que eu tenho manias de ir montando hipóteses
de como é o final, justificativas para cada coisa do filme e aquilo me
surpreendeu). E a sensação de "que porra é essa que tá acontecendo
aqui?" vai te acompanhar por todo o filme.
Apesar claro, que eu não conhecia nada do universo de Maze Runner antes do filme, nem sabia da
existência do livro até o filme ir em cartaz no cinema. Mas mesmo não
conhecendo nada do livro, achei o roteiro bem escrito. E o filme exerceu bem
seu trabalho de atiçar minha vontade de ver a continuação assim que esse estrear
e de correr para encontrar os livros.
Mas como tudo na vida, o filme tem um porém. Eu não
recomendo você "repetir a dose" de assistir mais um vez ao filme.
Então preste muita atenção na sua primeira vez com o filme, pois a segunda vez
vai ser um pouco "decepcionante", apesar que decepcionante não é bem
a palavra certa para o sentimento que tive quando reassisti o filme com meus
pais. Apesar que numa segunda vez, você
captura mais detalhes e outras coisinhas que pode ter deixado passar despercebido
na primeira vez, toda a emoção e sentimento que o filme te desperta na primeira
vez que assiste não existe na segunda vez. É como aquele provérbio de que não
se mergulha duas vezes no mesmo rio. Na segunda vez que assiste o filme, você
banaliza tudo que sentiu na primeira vez e a experiência não fica mais única.
Então é essa minha única recomendação: assista uma única vez a esse filme. Preste atenção em tudo. E lembre-se: CRUEL É BOM!
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