“Nós, os afogados é ousado, brilhante e não pode deixar de ser lido.” – Independent
“Um romance formidável! (...) Será difícil para o leitor interromper a leitura.” – Die Zeit
“Carsten Jensen é, inquestionavelmente, um dos autores mais interessantes na cena escandinava atual. Eu sempre aguardo ansiosamente seus livros. Ele é, em minha opinião, um contador de histórias singular.” – Henning Mankell
Com
uma voz narrativa épica e poderosa, Nós, os afogados é uma saga que nos remete
às epopeias marítimas de Herman Melville e Robert Louis Stevenson.
Compreendendo cem anos de história, o livro acompanha várias gerações de
navegadores da cidade dinamarquesa de Marstal – de Samoa à Terra Nova, de
Cingapura a Hobart, de Murmansk à Islândia e de volta a Marstal, onde as
mulheres esperam e choram seus mortos. Elogio solene a um modo de vida que
ficou para trás e relato comovente dos sofrimentos humanos, o livro é também a
descrição crua de uma época em que a Europa passa por grandes transformações –
e suas histórias de amor são um contraponto sensível ao insuperável afã do
homem em conquistar o desconhecido.
MAIS
SOBRE A OBRA
Originalmente publicado na Dinamarca,
em 2006, Nós, os afogados é um épico no tamanho e no alcance. Construído com
excepcional profundidade, o livro narra cem anos da vida dos moradores de
Marstal, cidadezinha localizada na ilha de Ærø, enquanto conta as aventuras de
Laurids Madsen, de seu filho Albert e do órfão Knud Erik.
A história começa em 1848, quando os
marinheiros da pequena cidade dinamarquesa de Marstal embarcam em uma guerra
contra os alemães pelo controle do ducado Schleswig-Holstein. A euforia inicial
dos combatentes dá lugar à angústia e ao medo quando veem de perto a morte de
seus companheiros. Nem todos retornam – e aqueles que o fazem nunca mais serão
os mesmos. Entre eles, está o excêntrico Laurids Madsen, que, depois de
sobreviver à batalha, desaparece no mar.
Depois de crescido, seu filho Albert
viaja o mundo em busca do pai, uma empreitada que o deixará nas mãos de
companhias nefastas e lhe garantirá alegrias e decepções profundas. Carregando
uma misteriosa cabeça encolhida e atormentado por premonições, Albert volta
para Marstal, uma cidade cada vez mais dominada por mulheres, incluindo a viúva
Klara Friis, que planeja acabar com a tirania do mar sobre os homens do lugar.
Seu filho, Knud Erik, estabelece com Albert uma relação de amizade e confiança.
Contrariando o desejo da mãe, Knud Erik se torna marinheiro – e é ele a figura
central da segunda metade do livro, o herói que nos conduzirá pelos mares do
norte em outra guerra contra os alemães.
Das rochas do Canadá às plantações
exuberantes de Samoa, das tabernas barra-pesadas da Tasmânia às costas
congeladas da Rússia – em Nós, os afogados, o leitor viaja pela vastidão do
mundo e, através de seus personagens, experimenta paixões, desilusões, a graça
e dor da sobrevivência.
Como o coro das tragédias gregas
clássicas, o livro é narrado em sua maior parte por uma personagem coletiva, um
“nós” que representa a memória dos homens da cidade de Marstal e relata cem
anos de mudança e progresso.
Trata-se de um narrador nem sempre
confiável, como afirma o autor: “Ele está envolvido na história, toma partido.
Ele parece saber tudo, mas como pode saber o que vai no íntimo de cada pessoa?”
E, como não sabe, ele inventa. O romance termina nos últimos momentos da
Segunda Guerra, com um capitão lutando para levar sua tripulação para casa.
Para o autor, Carsten Jensen, o mar é metáfora. Para os habitantes de Marstal,
a própria vida: passagens incertas e poucos portos seguros onde ancorar.
SOBRE
O AUTOR
Carsten Jensen nasceu em Marstal,
na Dinamarca, em 1952. Trabalhou como colunista e crítico literário, e foi
repórter em regiões como China, Camboja e Afeganistão. Jensen escreveu
romances, artigos, ensaios críticos e livros de viagem. Suas obras ganharam
inúmeros prêmios literários, incluindo o cobiçado Golden Laurels, por I Have
Seen the World Begin; e o literário Danish Bank, a mais importante premiação
dinamarquesa, por Nós, os afogados, em 2007. Em 2010, Jensen recebeu o
prestigiado Olof Palme Prize, por sua contribuição na defesa dos direitos
humanos, e, em 2012, o prêmio literário Søren Gyldendal.
LANÇAMENTO EM JULHO
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