Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Até porque a vida não se compara a um conto de fadas onde
tudo é um “felizes para sempre”.
Não que isso seja ruim, mas foge do normal dos livros. Esse
se aproxima da realidade. É uma coletânea de contos que narra casos que se
assemelham ao real e também há contos de cunho sobrenatural.
O que assemelha todos é o impacto que eles causam no leitor.
Os contos reúnem os fantasmas que nossa própria mente cria.
“lembrou
que por fim o vírus não havia sido como nenhum daqueles descritos nos livros
medíocres de batalhas pós apocalípticas que vira nas bancas – quando estas
ainda existiam. Ninguém virou zumbi e saiu devorando semelhantes, ou ficou
agressivo, fora de si, ou nada do tipo. As pessoas só ficavam muito doentes e
então... Bem... Elas se desfaziam. Como se apodrecessem, lentamente, de dentro
para fora, e isto não era algo agradável de ver.”
Escolhi esse dia especialmente para esse livro, caso contrário,
já teria postado a resenha já faz um tempinho.
Não que seja um livro de terror, longe disso. Pensando bem,
é mais provável que seja perto disso.
Você sabe a diferença do termo terror para horror?
Terror: aquilo que causa pavor.
Horror: aquilo que inspira repulsa, avulsa.
Definição adaptada
do Mini Aurelio 7ª Edição.
E Sangue na Lua tem contos, não para
te causar medo, colocar terror e sim te causar aversão, repulsa e uma reflexão.
Na verdade, há a presença dos dois gêneros no livro. É um pavor diferente do
medo puro. Eu sei que faltam palavras para descrever o que cada conto te
transmite.
A maioria das histórias ali presentes poderiam ser reais, o
que faz a leitura ainda ser mais agonizante e perturbador. São contos rápidos e
a leitura flui rapidamente.
Sangue na Lua pode ser referencia a um fenômeno bem
interessante da astronomia, um fenômeno raro (que pôde ser visto em alguns
meses desse ano – abril e outubro – e pode ser visto mais duas vezes em 2015). Até
hoje é sinônimo de presságios ruins e previsões apocalípticas. Há até um conto
com o nome Sangue na Lua entre os contos presentes no livro.
Achei alem de uma reflexão para muitas coisas que podem ser
realidade no cenário brasileiro (e outros países com a mesma condição socioeconômica
nossa ou até inferior), um livro para ler em uma única “sentada”, já que são
contos rápidos e que prendem o leitor até a ultima linha. Vale a pena ser lido.
Comentários
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Oi pessoas! Primeiro, mais uma vez agradecer ao blog por esta parceria, a divulgação é de suma importância ao escritor nacional. Em segundo, aproveitar para avisar que, para quem tiver interesse,ele esta disponivel na integra no wattpad pelo link http://www.wattpad.com/story/25717794-sangue-na-lua-e-outros-contos
ResponderExcluirCaso alguém se interesse pelo livro físico, pode ser adquirido comigo no schildtpsico@gmail.com. Obrigada!