Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Mais uma vez meu namorado fazendo eu assistir filme de drama e chorar rios. Como vocês sabem, não assistiria filme com esse tipo de enredo se fosse sozinha. Sempre me deixam com gatilhos. Esse principalmente pois há alusão a conteúdos que me deixam bem sensíveis.
O filme conta a história de Ishida, um rapaz do ensino médio que por algum motivo é bastante sozinho e até pensa em... você deve imaginar no quê. E o filme então é construído em cima de flashbacks para mostrar o passado, ao mesmo tempo que mostra o presente. E você vai entendendo os motivos que levou o Ishida a ser quem ele era hoje.
Ele era bastante extrovertido e brincalhão, rinha amigos e tudo mais no que seria equivalente ao ensino fundamental no Japão, porém tudo mudou quando a Nishimiya entra na vida daquela classe. Ela é uma garota com problemas auditivos, precisando usar aparelhos para surdez. E toda a turma precisa se adaptar a essa nova rotina. Mas Ishida, de cara, não gostou da menina e ainda a chama de esquisita.
Porém, as "brincadeiras" vão pesando. O Bullying começa e fica cada vez mais pesado. Até ferirem fisicamente a Nishimiya. Com isso, os pais a retiram daquela escola, pois até seus aparelhos auditivos eram alvos do assédio. 8 aparelhos foram perdidos na turma.
Enfim, com isso todos acusam e viram as costas pro assediador, o Ishida. Que depois por conta própria, começa a se isolar na vida e não quer mais se envolver com ninguém nem sua família. E isso leva pro fatídico dia da tentativa.
Mas Ishida, depois de mais maduro, encontra Nishimiya e mesmo tímido, tenta se desculpar e compensar ao que fez no passado. E começa uma nova fase para ele.
O filme retrata o bullying, a deficiência, a solidão e o perdão. Retrata a culpa e a necessidade de remissão as atitudes. A necessidade que todos tem do perdão a algumas atitudes e o quanto a culpa pode corroer por dentro, mesmo quando por fora pode exibir um sorriso.
O quanto algumas atitudes mudam sua visão de si mesmo, deste de achar que pode fazer tudo a achar que você é um estorvo para todos a sua volta.
O filme sempre trás essa reflexão e mostra que se pode ter uma nova chance para mudar.
O filme está disponível na netflix também, mas se você é uma pessoa sensível, aconselho a não prosseguir. O filme é lindo, mas há gatilhos.
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