Eu sei, eu sei. Serei massacrada com esse texto. Mas preciso falar e até desabafar. Tenho esse blog há 14 anos, comecei em 2012, onde tudo era mato, não existia inscrições de parceria anuais com editoras, autor nacional nem era tão disseminado assim, quase não existia publicação independente de largo alcance nacional e nem Amazon tinha no Brasil vendendo ebook. Sim, tudo mato a ser desbravado. E nessa época, onde as coisas começavam a engatinhar, editoras mandavam livros pontuais a alguns blogs e criadores de conteúdo publicar textos sobre o livro. Como faziam com jornalistas também. Não existia criação para redes sociais, nem o Instagram existia e YouTube era só um repositório de vídeos comuns – sem a grandeza de produções de conteúdo como hoje. E também tinha os autores nacionais começando a despertar para divulgações nacionais. Entravam em contato com blogs que gostavam, que poderia ter afinidade com o gênero do livro e enviava o mesmo para o criador ler e fal...
Hoje a dica é um longo em Animê chamado Josee, O Tigre e o Peixe. Foi recomendação do meu namorado, afinal, quem me acompanha sabe que eu não sou muito fã de filmes que sejam um pouco de drama. Então, se você é sensível como eu, melhor não assistir, apesar de lindo, algumas cenas realmente são gatilhos.
O filme conta a história de Tsuneo e Kumiko, um casal carismático e que acaba conquistando qualquer telespectador que assista o filme. A circunstância em que se conhecem é um tanto dramática, Tsuneo acaba "salvando" Kumiko de uma situação que seria algo como morte certa se o jovem não tivesse interferido.
Com isso, ele insiste em acompanhar Kumiko e sua avó-cuidadora em casa. E a avó aproveita o interesse do rapaz em ajudar e que precisa de dinheiro para oferecer um trabalho de cuidador para o Tsuneo. E o rapaz, por precisar economizar todo o dinheiro possível, aceita o serviço.
Acontece que Kumiko tem uma deficiência de locomoção e depende da cadei
ra de rodas. E com isso, o filme mostra todos os "tubarões" que podem ter nesse oceano de vida da Kumiko: pessoas que a menosprezam, que a ignoram pela sua deficiência, pessoas que fazem o mal, como no incidente que Tsuneo a salva, onde a avó diz que alguém a empurrou quando ela estava distraída.
ra de rodas. E com isso, o filme mostra todos os "tubarões" que podem ter nesse oceano de vida da Kumiko: pessoas que a menosprezam, que a ignoram pela sua deficiência, pessoas que fazem o mal, como no incidente que Tsuneo a salva, onde a avó diz que alguém a empurrou quando ela estava distraída.
Kumiko, por viver a margem, não tem mais interesse em sair de casa, de "desbravar o oceano", pois tem medo do que pode acontecer. Mas Tsuneo aos poucos, consegue quebrar essa barreira e despertá-la para a vida.
O legal desse filme é as metáforas com oceano, além das imagens serem bem bonitas, desenhadas para enaltecer as cenas e emocionar de verdade quem está assistindo. O filme é lindo, seja visualmente, seja sua história. Vale a pena assistir, ainda mais quem gosta desse tipo de filme.
Acaba nascendo um romance, mas a mensagem é além do amor, é a vitória de Kumiko a vencer as ondas da vida e se abrir pra imensidão do oceano. É Tsuneo que conhece o outro lado, um lado que ele não poderia nunca vivenciar só imaginando.
Falo que tem gatilhos, pois mesmo sendo um romance, temos alguns pontos fortes e emocionantes, que podem ser delicados para pessoas mais sensíveis.
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