Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Hoje a dica é um longo em Animê chamado Josee, O Tigre e o Peixe. Foi recomendação do meu namorado, afinal, quem me acompanha sabe que eu não sou muito fã de filmes que sejam um pouco de drama. Então, se você é sensível como eu, melhor não assistir, apesar de lindo, algumas cenas realmente são gatilhos.
O filme conta a história de Tsuneo e Kumiko, um casal carismático e que acaba conquistando qualquer telespectador que assista o filme. A circunstância em que se conhecem é um tanto dramática, Tsuneo acaba "salvando" Kumiko de uma situação que seria algo como morte certa se o jovem não tivesse interferido.
Com isso, ele insiste em acompanhar Kumiko e sua avó-cuidadora em casa. E a avó aproveita o interesse do rapaz em ajudar e que precisa de dinheiro para oferecer um trabalho de cuidador para o Tsuneo. E o rapaz, por precisar economizar todo o dinheiro possível, aceita o serviço.
Acontece que Kumiko tem uma deficiência de locomoção e depende da cadei
ra de rodas. E com isso, o filme mostra todos os "tubarões" que podem ter nesse oceano de vida da Kumiko: pessoas que a menosprezam, que a ignoram pela sua deficiência, pessoas que fazem o mal, como no incidente que Tsuneo a salva, onde a avó diz que alguém a empurrou quando ela estava distraída.
ra de rodas. E com isso, o filme mostra todos os "tubarões" que podem ter nesse oceano de vida da Kumiko: pessoas que a menosprezam, que a ignoram pela sua deficiência, pessoas que fazem o mal, como no incidente que Tsuneo a salva, onde a avó diz que alguém a empurrou quando ela estava distraída.
Kumiko, por viver a margem, não tem mais interesse em sair de casa, de "desbravar o oceano", pois tem medo do que pode acontecer. Mas Tsuneo aos poucos, consegue quebrar essa barreira e despertá-la para a vida.
O legal desse filme é as metáforas com oceano, além das imagens serem bem bonitas, desenhadas para enaltecer as cenas e emocionar de verdade quem está assistindo. O filme é lindo, seja visualmente, seja sua história. Vale a pena assistir, ainda mais quem gosta desse tipo de filme.
Acaba nascendo um romance, mas a mensagem é além do amor, é a vitória de Kumiko a vencer as ondas da vida e se abrir pra imensidão do oceano. É Tsuneo que conhece o outro lado, um lado que ele não poderia nunca vivenciar só imaginando.
Falo que tem gatilhos, pois mesmo sendo um romance, temos alguns pontos fortes e emocionantes, que podem ser delicados para pessoas mais sensíveis.
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