Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Não concordo com as criticas ruins desse filme. Simplesmente gostei demais. Claro que há diferenças entre um filme para Streaming e um filme para os cinema, como foi o primeiro. Mas os cenários estão deslumbrantes, os figurinos estão lindos, e a história mágica ainda.
Aqui vemos a Gisele duvidar de suas escolhas, principalmente quando algo abala seu emocional (já abalado por não está em Andalasia). Sinto que ela sente a saudade de seu antigo lar e como as coisas eram simples e sempre certas, como seu Felizes Para Sempre, onde depoi de alcançar, não existe mais nada para abalar aquilo.
A vida real é diferente, o "felizes para sempre" é apenas um conceito, a felicidade é feita de momentos e não é uma constância. Percebemos que Gisele estranha a realidade, onde tudo é muito cheio de altos e baixos — e isso deixa ela ainda mais cheia de duvidas quando a Morgan, de quem ela trata como uma filha, a chama de madrasta e não mãe.
Gisele acha que estragou tudo ao ouvir essa simples palavra e isso a leva a fazer um desejo que bagunça ainda mais a realidade e põe Andalasia em um perigo real.
Não deixarei mais spoiler, pois o filme é recente. Mas adorei as referências, inclusive as sutis em outros contos de fadas da Disney – como deste de elementos como a rosa de A Bela e A Fera que aparece, deste situações como em Cinderela.
O filme carrega uma mensagem importante sobre a vida nem sempre ser um conto de fadas, perfeita e feliz o tempo todo. São momentos e não podemos desistir, não podemos tentar resolver as coisas como passe de mágica, pois a magia não existe em nossa realidade, mas temos algo ainda maior que isso, que é as lembranças e o amor que temos de nossa família e amigos.
O filme é gostoso e muito lindo de assistir, seja por seus cenários perfeitos que transporta para um conto de fadas na realidade, seja pela mensagem que o roteiro quer passar. Vale a pena assistir.
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